De Taylor ao Google, de Weber à Netflix: as teorias administrativas clássicas não morreram — elas evoluíram e comandam o mundo digital
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Em um mundo onde startups surgem e desaparecem em questão de meses, onde metodologias ágeis predominam no desenvolvimento de software e em que a inteligência artificial redefine processos de negócio, uma pergunta se impõe: ainda faz sentido estudar teorias administrativas centenárias? A resposta é surpreendentemente afirmativa. As organizações de tecnologia mais bem-sucedidas da atualidade não apenas utilizam princípios clássicos da administração, mas também os reinventam de maneira inovadora.
Este artigo examina como as teorias organizacionais fundamentais, desde Taylor até os pensadores contemporâneos, continuam impactando profundamente as empresas de TI modernas, evidenciando que a inovação tecnológica e os fundamentos administrativos são aliados complementares, não adversários.


